Hanushek recently did a back-of-the-envelope calculation about what even a rudimentary focus on teacher quality could mean for the United States. If you rank the countries of the world in terms of the academic performance of their schoolchildren, the U.S. is just below average, half a standard deviation below a clump of relatively high-performing countries like Canada and Belgium. According to Hanushek, the U.S. could close that gap simply by replacing the bottom six per cent to ten per cent of public-school teachers with teachers of average quality. After years of worrying about issues like school funding levels, class size, and curriculum design, many reformers have come to the conclusion that nothing matters more than finding people with the potential to be great teachers.
http://www.newyorker.com/reporting/2008 ... ntPage=all
Antonio Escreveu:7 . Na Finlândia não há avaliadores, professores avaliados nem Inspectores.!!!!!
É a rebaldaria!
Antonio Escreveu:7 . Na Finlândia não há avaliadores, professores avaliados nem Inspectores.!!!!!
É a rebaldaria!
GonAnt Escreveu:A realidade das escolas a mim passa-me um pouco ao lado ainda aqui sem filhos (por enquanto) e sem ter estudado na Finlandia. De qualquer das maneiras acho que o facto de o sistema educativo aqui ser acima da média aliado à capacidade inata dos finlandeses de não se queixarem muito de tudo o que seja institucional para não ferir o orgulho nacional leva a que qualquer estudo de opinião sobre esses assuntos aqui dê a impressão que isto é perfeito. Claro que depois um português, infeliz com a situacão do seu país, vê as noticias sobre esses estudos na telejornal da TVI, manda estes bitaites cá para fora.
Näo, até porque li em papel.Antonio Escreveu:Já agora não terás aí à mão o link, hiperligação ou enlance para o tal artigo do HS? Eu até procurei mas não achei.
Antonio Escreveu:E quanto há "auto-avaliação" seja lá ela qual for não gostarias também de importar os modelos de avaliação nas escolas e universidades finlandesas para as portuguesas? É que cá passa-se à vontade e não vejo como isso iria criar "laxismo, facilitismo, incúria, e desinteresse". Ou será que estão em causa valores e factores únicos desta cultura que não podem ser reproduzidos num país como o nosso (ou de onde viemos)?
Antonio Escreveu:E não, as escolas não são todas iguais. O meu filho tem diante de si, do outro lado da via férrea uma escola - a mesma que a bisavó frequentou. 500 metros e nem precisava de transportes públicos - curiosamente a mesma que a RTP visitou há uns dois ou três anos. No entanto ele vai para outra, que não sendo longe por aí além requer umas 4 ou 5 paragens de eléctrico. Porquê? Talvez porque uma seja melhor do que a outra...
Antonio Escreveu:E por acaso a bisavó do petiz foi menos pessoa por causa disso?
Pensava que sabias o suficiente para saber que por escola me refiro ao edifício físico. O resto é outra coisa, como deves imaginar.
As escolas näo säo todas iguais? Pois näo seräo, mas o que interessa é o resultado médio do sistema educativo, nos testes PISA.
Não acredito que digas isso para ti próprio quando decides da educação da tua filha... olha cáti, vais para jakomäki mas o que importa é que entre ti e os meninos de Eira a média de Pisa estará salvaguardada..![]()
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