Kimi Raikkonen - o talento preguiçoso
Gostava de reproduzir aqui apenas uma parte do artigo e enviar-vos para as páginas do público mas como devem saber o jornal não permite. Cá fica a carecterização de Raikkönen pelo jornalista que assina H.D.S.:
“a Iceman, homem sem emoções, o piloto que nunca sorri. Todas estas descrições servem para retratar a faceta mais conhecida de Kimi Raikkonen, o homem que a Ferrari escolheu para suceder a Michael Schumacher. Frio e pouco emotivo, mas competente, o finlandês que se mudou da McLaren para a Ferrari carrega o fardo da comparação com o alemão que foi sete vezes campeão mundial.
Schumacher era um workaolic, capaz de dormir perto do circuito de testes, só para ter mais tempo para evoluir o carro. E passava horas a dar indicações aos engenheiros, sendo parte fundamental na afinação do carro.
Raikkonen - como muitos outros pilotos - não é assim, o que entrou em choque com o que era hábito na escuderia italiana. Não foi, por isso, fácil a adaptação do finlandês à nova equipa, apesar de ter ganho a primeira prova da temporada. É que os resultados foram piorando e regressaram os ecos do gosto do nórdico pelas festas e pelas bebidas alcoólicas, outro dos rótulos já aplicados ao discreto Kimi.
Mas a verdade é Raikkonen foi melhorando e respondeu a Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, que a meio da temporada disse estar à espera do verdadeiro Raikkonen. Kimi chega à última corrida como o piloto com mais vitórias (cinco), embora corra o risco (porque as possibilidades matemáticas não o ajudam muito) de ficar novamente à porta do título, como lhe aconteceu em 2003 (segundo, atrás de Schumacher) e 2005 (vice-campeão de Alonso).
Nascido a 17 de Outubro de 1979, em Espoo, no Sul da Finlândia, Raikkonen também se iniciou no karts, embora internacionalmente só tenha ficado conhecido quando venceu a Fórmula Renault britânica em 2000. Um triunfo que lhe valeu o interesse da Sauber, que o contratou para 2001, não sem antes obter uma Super Licença especial. É que o finlandês só tinha participado em 23 corridas e nem sequer passou pelas Fórmulas de acesso à F1.
Em pouco tempo, no entanto, Raikkonen provou as suas capacidades, a ponto de a McLaren o ter contratado em 2003 para ocupar o lugar de Mika Hakkinen.
Logo no ano de estreia na nova equipa, Raikkonen foi segundo, mas depois viveu os anos conturbados da McLaren, com os problemas de fiabilidade do carro a tornarem Raikkonen conhecido por desistir prova após prova.”
Fonte: http://jornal.publico.clix.pt/
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Comentarios
21 de Novembro de 2007
Eu acho o Kimi Raikkonen lindo de amis sem noção!!!!