The opposition True Finns party, which made considerable gains in this year’s Parliamentary elections, decided on Sunday to change its official English-language name.
People with a knowledge of both Finnish and English have been aware of the difficulties of coming up with an English version of the party’s name. In Finnish, the party is called Perussuomalaiset; the first half of the compound word, Perus-, implies an adherence to basic, fundamental, and uncomplicated values, while the second part simply means “Finns”.
While it is generally recognised that the Finnish name successfully conveys a pithiness which appeals especially to the party’s main constituency, much of that would certainly be lost in any attempt at a very literal translation: “Basic Finns”, “Ordinary Finns”, or “Simple Finns”, and even “Rudimentary Finns” would all be reasonably accurate linguistically, but some time ago the party decided on “True Finns”, and the name has stuck in international usage, for instance by the media.
(NotĂcia no HS)
Deixaram de fora da lista “Regular finns“, possivelmente a mais lisonjeira das traduções…
E em portuguĂŞs, irá a imprensa portuguesa adoptar o novo nome do partido, “Os Finlandeses”?
-You do know that I am Portuguese… -There’s a video camera in the roof… (…) No, I’ll trust you. Just leave the exam in my desk when you are done and make sure the door is locked when you leave.
A situação era, já de si, original. Por falha minha, perdi o segundo e Ăşltimo exame de IE. Repetir a cadeira parecia-me uma pena adequada ao meu desleixo, mas a ideia de ter de repetir todo o trabalho no prĂłximo Inverno apoquentava-me. Perguntei ao professor se poderia ficar com esses trabalhos e participação creditados para o prĂłximo ano - nĂŁo custa nada tentar a sorte…
A resposta, por email, surpreendeu as minhas melhores expectativas: “You were very active during class and I appreciated your input to the course. I have a student taking an exam next week so you can have the info economy exam at the same time.”
NĂŁo sei qual a razĂŁo do outro estudante, mas desconfio que seria mais “normal”. Ele fazia um exame em finlandĂŞs. Encontra-mo-nos no seu gabinete na terça Ă s 4 e o professor deixou-nos em paz. Ao fim de uma hora o outro aluno levantou-se e foi-se despedir do professor. Passados 5 minutos o professor veio, disse-me que se ia embora e deixou-me as instruções. Eu disse-lhe que precisava de 15 minutos e que tudo o resto estava na minha mochila
Como já devem ter percebido, eu sĂł mexi na mochila no momento para sair. Apesar de ser bom aluno, tive em Portugal as minhas oportunidades para cabular e nalgumas delas…
Mas nĂŁo aqui. NĂŁo por ser mais velho e adulto, o que alguns de vocĂŞs desmentirĂŁo prontamente, nem por a nota nĂŁo ser assim tĂŁo importante, ou por o professor em causa ser uma forte possibilidade para orientador de tese.
Para debelar a cryse, congelam-se as pensöes dos reformados… mas näo se tocam nos ordenados milionários dos gestores pĂşblico. Entretanto o Governo deu mais uma toleräncia de ponto, para segurar uns poucos de votos. É a esta gente que o contribuinte finlandĂŞs tem de emprestar dinheiro? Entäo näo se admirem da recusa, e parem de pintar os finlandeses como os “maus da fita”.
Perguntaram-me hoje de Portugal se a vitĂłria dos Persut me incitaria a sair da Finländia. Respondi claramente “Näo!”, era sĂł o que mais faltava. A mim näo me metem medo, e esta vitĂłria, repito, näo foi do partido, foi sĂł do seu lĂder.
No inĂcio do mĂŞs criei uma conta no Facebook para a LusoFin. A conta destina-se aos membros que preferem ser informados por esta via das mensagens novas no fĂłrum e no blog.
Ps: Logo Ă noite decorre o habitual convĂvio da comunidade portuguesa. Se tĂŞm lugar façam por estar presentes Ă hora (19h). Se nĂŁo fizeram reserva ou nĂŁo podem participar podem-nos encontrar por Kamppi a partir das 22:30.